Especialista alerta: como ser um competidor, e não uma vítima, da Economia Analítica

Economia Analítica não é um termo, é um cenário de mercado que está permeando todas as áreas de negócio. Desta forma, atinge empresas de todos os segmentos, e muitas delas ainda nem se deram conta desta abrangência.

A afirmação é do especialista em Business Analytics, Douglas Scheibler. “A Economia Analítica é uma consequência da evolução das tecnologias disruptivas, como IoT, Big Data, machine learning, soluções cognitivas, integradas e transformadas em objetos de negócio por meio das ferramentas de Analytics”, explica ele.

Conforme estudo da SAS, Analytics é sinônimo de transformação real da economia, já que configura a ponte entre dados e detecção de oportunidades de venda em tempo hábil – muitas vezes, tempo real.

Outra pesquisa, da IDG, mostra que as correlações entre informações de variadas fontes propiciadas por Analytics possibilita crescimento exponencial das organizações, mas também representa um grande desafio: arquitetar, de maneira funcional e prática para colaboradores de todas as áreas estratégicas, estas fontes diversificadas. E, desta forma, construir uma cultura verdadeiramente orientada a e por dados.

“Estes estudos permitem entender que toda empresa que quiser oferecer uma experiência de excelência a seus clientes, terá de começar dentro de casa, com uma estratégia de dados unificada, que contemple clareza nas fontes de informação, integração destas fontes e facilidade de extração, controle, análise e distribuição dos conteúdos”, continua Scheibler, que é CEO da BIMachine e da SOL7 – Tecnologia de Decisão.

Para o especialista, é nesta integração estratégia que deve ser aplicada a camada de tecnologia Analítica. Isto porque processos manuais de mineração, coleta, inserção e distribuição de informações podem levar muito tempo, esgotando os recursos disponíveis para análise, que é o que realmente extrai dos dados potencial de inteligência competitiva.

“Um software de Analytics deve ser voltado a automatizar estas tarefas para que a empresa aproveite melhor os recursos humanos em tarefas estratégicas, como utilização dos resultados apresentados pelo software para pensar ações que levarão ao incremento do negócio. Isso é parte essencial de um plano de gestão eficaz”, comenta o CEO.

Para o executivo, para ser considerada eficiente, uma ferramenta de Analytics deve ser capaz de garantir à empresa usuária flexibilidade na coleta e análise de dados, com opções fáceis de atuação e colaboração, interface intuitiva e amigável, mas também facilmente susceptível a customizações e melhorias quando necessário. Além disso, é importante o alicerce de um fornecedor de serviços de implantação, suporte e treinamento qualificado, especializado nas tecnologias envolvidas e, principalmente, presente.

“O fornecedor tem de ser um parceiro, auxiliar não apenas com a solução tecnológica, mas com sua adequação aos objetivos do negócio”, destaca Scheibler. “Quem tem uma empresa já está na Economia Analítica. Não há mais opção em fazer ou não parte disso. A única escolha agora é entre ser um integrante ou uma vítima da competição ainda mais acirrada que tal cenário desenhará”, conclui o especialista.

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